.por *Antonio Silveira Serpa*
Hoje desfiz minhas malas, descansei o jeans.
Vesti-me de rei. Festa do ouro, reavi tesouros, desfiz agouros.
Inebriar de Yara, seus temas, poemas. O encanto, a carícia do cetim, o jasmim, meu convicto sim.
Purpurina que fascina, reanima nosso povo. Ela detém o bem, os louros.
Pressagia tempos crianças. Perpetua lembranças, esperanças que avançam. Inocência em silêncio.
U'a nação, outra razão. Despojar, esse nefasto poder. Cessar a dor, mal perene, avassalador.
Sabemos sim, tanta opressão, tem jeito não. Terá seu fim.
Tantos versos, ela escreve, encanta orixás. Como pode?
Ninguém consegue, se atreve. Maria Ziehlsdorff, bem sabe. Yara o faz, é capaz, sem embaraço.
Doação de escritos, sentimentos, abraços. Cultiva laços, confunde, perdoa: tantos tiranos, traidores.
Devassos, ímpios, sem valores."
sábado, 3 de setembro de 2011 .
“pessoas passam, param, marcam e podem até te esquecer, mas um anjo entra, restaura, fica e transforma”. yaradarin
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