27 de setembro de 2014

*Fragmentos





Não me lembro bem o que escrevi
só sei que eu queria dizer-lhe algo
quando senti brotar  as palavras
que vieram de uma só vez
dando forma e  movimento
ao  encanto dos seus versos .



Eu sempre gostei de escrever 

brincar com as palavras,devanear
e cadenciar profundos poemas 
fazendo deles o meu sonhar. 



São fragmentos de  sentimentos

ora estranhos , impregnados
dentro do meu ser desconhecido
que enquanto aqui escrevo 
lido com  todas as  arestas 
que ferem  minh'alma 
que entram sem dó
atravessando minha carne.


E o que `e da alma  vira poema

é como puxar para fora
algo vital e assustador
literalmente como um corpo 
despedaçado sobre o papel.


byyaradarin.



E todas as arestas visíveis ferem a carne da minha alma. Todas as durezas olhadas, me magoam... 







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